Duas dezenas de países emitem alerta de tsunami na sequência do forte sismo que abalou o Japão Presstur 11-03-2011 (09h05) Rússia, Indonésia, Filipinas Guatemala, El Salvador, Costa Rica e Hawaii são alguns dos países e territórios que emitiram alertas de tsunami na sequência do forte sismo que abalou hoje de manhã o Japão, cuja costa Norte já está a ser invadida pelo mar, que, segundo as agências internacionais, “já engoliu” cidades inteiras. O sismo atingiu os 8,9 graus na escala de Richter. “Este foi um sismo muit grande. Calculamos que tenha sido da mesma magnitude que o sismo do ano passado no Chile”, comentou um cientista do Pacific Tsunami Warning Center, citado pela CNN, que está a exibir vídeos com a chegada do tsunami à costa Norte do Japão.
A lista de países que o National Weather Service dos EUA indicou estarem com aviso de tsunami, além do Japão, Rússia, Filipinas e Indonésia, incluia Papua Nova Guiné, a Austrália, as ilhas Fiji, o México, a Nova Zelândia, a Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras, Chile, Equador, Colômbia, Peru e Estados Unidos. O sismo, com epicentro a 373 quilómetros de Tóquio e a uma profundidade de 24 quilómetros, ocorreu às 14h46 locais (5h46 em Portugal) e teve uma duração de aproximadamente dois minutos, a que se têm seguido várias réplicas.
As autoridades japoneses emitiram imediatamente um alerta máximo de risco de tsunami, avisando que as ondas poderiam atingir entre seis e dez metros.
O aviso dizia que um sismo com a magnitude que o de hoje atingiu pode provocar um tsunami “destrutivo” que atinge as zonas costeiras próximas do epicentro em minutos e chegar a regiões distantes numa questão de horas.
As imagens que estão a ser transmitidas pelas televisões não permitem avaliar a altura das ondas que estão a chegar à costa nas proximidades da cidade de Sendai, mas mostram o seu poder destrutivo. As águas avançam de forma imparável terra adentro, arrastando tudo o que encontram pela frente, de carros, a barcos e casas. As agências internacionais estão a noticiar que povoações rurais nas proximidades de Sendai foram totalmente “engolidas” pelo mar e que uma onda de quatro metros invadiu parcialmente a cidade de Kamaishi, na costa do Pacífico. Uma das notícias diz que a televisão japonesa mostrou imagens de “uma parede de água com vários quilómetros de extensão a mover-se para terra, engolindo tudo o que estava no seu caminho” e que também foi possível que se seguem mais ondas.
As autoridades japonesas ainda não prestaram informações sobre vítimas do sismo e do tsunami. As notícias referem que na sequência do sismo ocorrem cerca de 40 incêndios de grande proporções, um dos quais numa refinaria em Chiba, um município nos arredores de Tóquio. O Japão localiza-se numa das aéreas do globo com mais actividade sísmica, com cerca de 20% dos sismos de magnitude superior a grau 6 que ocorrem no mundo.
PS: Vídeos e mais notícias>
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/vulcao-do-monte-karangetang-entra-em-erupcao
http://it.euronews.net/2011/03/11/tsunami-danni-e-vittime-in-giappone-allerta-in-tutto-il-pacifico/
http://tg.la7.it/esteri/video-393160
http://www.youtube.com/watch?v=EjX7xgu30ZM
http://www.youtube.com/watch?v=ToV4Nel2fnU
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(Reuters) - O Japão sofreu nesta sexta-feira o seu maior terremoto desde que os registros começaram a ser feitos, 140 anos atrás. O tremor de magnitude 8,9, na costa nordeste do arquipélago, desencadeou uma onda sísmica de dez metros de altura que varreu casas, navios e carros, e que provocou uma alerta de tsunami para quase todos os países banhados pelo Pacífico.
Em dezembro de 2004, um terremoto de magnitude 9,15 na costa da província indonésia de Aceh desencadeou um tsunami no oceano Índico, que causou a morte de cerca de 226.000 pessoas na Indonésia, Sri Lanka, Índia, Tailândia e outros nove países.
Em 209, a ONU recomendou aos países asiáticos mais propensos a catástrofes que reservassem 10 por cento das suas verbas de desenvolvimento para limitar o risco de desastres, especialmente tendo em conta o impacto das alterações climáticas.
A seguir, alguns números relacionados ao tsunami de 2004:
PAÍSES AFETADOS: 13 - Indonésia, Sri Lanka, Índia, Tailândia, Madagascar, Maldivas, Malásia, Mianmar, Seicheles, Somália, Quênia, Tanzânia e Bangladesh.
VÍTIMAS:
PAÍS MORTOS DESAPARECIDOS TOTAL
Indonésia: 37.087 128.858 165.945
Sri Lanka: 23.231 12.091 35.322
Índia : 12.405 3.874 16.279
Tailândia: 5.395 2.817 8.212
Leste da África: 164 139 303
Maldivas: 82 26 108
Malásia: 69 5 74
Mianmar: 61 0 61
Bangladesh: 2 0 2
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TOTAL 226.306
DESABRIGADOS:
ÍNDIA: 730.000
INDONÉSIA: 572.926
SRI LANKA: 516.150
MALDIVAS: 11.231
MALÁSIA: 8.000
TAILÂNDIA: 6.000
MIANMAR: 3.200
ÁFRICA (leste): 2.320
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TOTAL 1.849.827
IMÓVEIS DANIFICADOS OU DESTRUÍDOS:
INDONÉSIA: 179.312
ÍNDIA: 157.393
SRI LANKA: 119.562
MALDIVAS: 6.000
TAILÂNDIA: 4.800
MALÁSIA: 1.500
MIANMAR: 1.300
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TOTAL 469.867
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PREJUÍZOS (em bilhões de dólares):
INDONÉSIA: 4,5
ÍNDIA: 2,6
SRI LANKA: 1,5
MALDIVAS: 0,5
TAILÂNDIA: 1,6
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TOTAL 10,7
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QUITO (Reuters) - O Equador começou a retirar moradores de sua zona costeira, incluindo as ilhas Galápagos, diante da ameaça de um tsunami no oceano Pacífico nesta sexta-feira, provocado pelo forte terremoto no Japão, anunciou o presidente Rafael Correa depois de decretar estado de emergência no país para facilitar os procedimentos.
Depois do terremoto de 8,9 graus que sacudiu a costa nordeste do Japão, um alerta de tsunami foi estendido para toda a bacia do Pacífico - com a exceção do território continental dos EUA e Canadá -, incluindo países centro-americanos e sul-americanos como o Equador.
"O país se encontra em estado de emergência, e os habitantes da zona costeira precisam deixar suas casas e ir para áreas mais altas", disse o presidente equatoriano em cadeia de televisão, depois de uma reunião com vários ministros.
O estado de emergência por até 60 dias permite ao governo deslocar militares e policiais rapidamente para a área costeira, onde as atividades foram suspensas, para proceder à retirada da população.
A população das províncias em estado de alerta devido ao tsunami já iniciou a retirada. Em Esmeraldas, segundo Correa a região mais vulnerável, a população começou a dirigir-se às zonas altas dos balneários de Atacames e Las Palmas, onde fica o porto marítimo.
Com a emergência, o governo explicou que poderá implementar "medidas de segurança irrestritas" necessárias para atender à população.
A onda deve chegar às costas do Equador e às ilhas Galápagos no início da noite, segundo previsão das autoridades.
O ministro da Segurança Interna e Externa, Homero Arellano, disse que a retirada também será realizada em hotéis, hospitais e centros onde exista concentração de pessoas.
O tsunami que avança pelo Oceano Pacífico, gerado pelo forte terremoto que atingiu o Japão na madrugada desta sexta-feira, pode chegar à costa da América do Sul. O Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico divulgou um alerta dizendo que a gigantesca onda pode chegar ao Chile, ao Equador, à Colômbia e ao Peru. De acordo com o boletim, a alta magnitude do tremor e as leituras dos níveis do mar indicam que o tsunami pode causar ''amplo estrago''.
Ainda segundo o alerta, o tsunami ameaça também países próximos ao Japão, como Filipinas e Rússia, e países das Américas com costas no Oceano Pacífico, como México, El Salvador, Nicarágua, Guatemala, Costa Rica, Panamá e Honduras.
Representantes do governo da Rússia nas Ilhas de Sakhalin, no extremo leste do país, promoveram a retirada de cerca de 11 mil moradores na região costeira, antecipando a chegada do tsunami que promoveu destruição no Japão.
Autoridades das Filipinas ordenaram a evacuação de comunidades na região costeira ao leste do país.
O tsunami foi gerado pelo tremor de magnitude 8,9 na escala Richter e que teve seu epicentro a 400 quilômetros da costa do Japão, a uma profundidade de 32 quilômetros.
Ao sismo principal seguiu-se então o tsunami, que lançou por terra adentro uma muralha de água e detritos que, em algumas zonas, terá chegado a atingir dez metros de altura.
As televisões mostram imagens de gigantescas vagas a atingirem a costa e a invadirem cidades, campos de cultivo, e até mesmo um aeroporto, levando diante de si, como se fossem brinquedos, embarcações de grande porte e veículos pesados.
As autoridades avisam que o perigo ainda não passou já que os Tsunamis se poderão continuar a suceder durante várias horas e as populações da zona estão a ser aconselhadas a procurar a segurança nas zonas mais elevadas . O exército foi chamado a ajudar nas zonas afectadas.
Para além do Japão uma vintena de países lançaram alertas de tsunami, entre os quais a Rússia, Indonésia, Taiwan, Hawai e as filipinas. Há instantes os alertas foram alargados aos países da costa ocidental americana, com probabilidades de as ondas gigantes atingirem nas próximas horas a Califórnia, nos EUA, México, Equador e Chile.
A agência da ONU para a Coordenação da Assistência Humanitária já anunciou que trinta equipas internacionais de busca e salvamento estão prontas para seguir para o Japão para prestar assistência nas operações de resgate.
O sismo é o quarto maior de sempre a nível mundial, desde que há registos. O mais forte foi o registado em Valdívia no Chile, a 22 de Maio de 1960, que teve uma magnitude de 9,5 na escala de Richter.
Os sistemas de alerta contra maremotos de vários países foram reforçados depois do grande tsunami que sacudiu o oceano Índico em dezembro de 2004, matando 200 mil pessoas em países como Sri Lanka, Índia e Indonésia. Esses sistemas se baseiam no fato de que as ondas gigantes do tsunami viajam a uma velocidade entre 500 e 1.000 quilômetros por hora. Isso significa que elas podem demorar algumas horas para atingir uma cidade distante.
Já as ondas de choque do terremoto deslocam-se, tipicamente, a 14.400 quilômetros por hora. Quando há um grande abalo, como o que atingiu o Japão, os sismógrafos do mundo inteiro dão o alerta em minutos. Assim, ao menos na teoria, sobra um intervalo para evacuar a população. Obviamente, isso não vale para lugares muito próximos do epicentro do terremoto. Neles, a chegada do tsunami é rápida demais para permitir uma evacuação. Foi o que aconteceu no Japão, onde o tsunami teve efeito devastador.
O problema dos alertas emitidos pelos sismógrafos é que um terremoto raras vezes é sinônimo de tsunami. Se as sirenes fossem disparadas cada vez que um abalo sísmico é detectado, a população rapidamente deixaria de reagir a elas. A sucessão de alarmes falsos acabaria abalando a confiança no sistema. Para evitar isso, um sistema bastante mais complexo é empregado.
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CINGAPURA (Reuters) - Alguns países densamente povoados da Ásia-Pacífico que poderiam estar sob risco de um tsunami após o forte terremoto que atingiu o Japão na sexta-feira tiveram os alertas suspensos, informaram o Centro de Alerta de Tsunamis no Pacífico, dos EUA, e autoridades nacionais.
Mais cedo, o centro havia emitido um alerta para toda a bacia do Pacífico, com a exceção da parte continental dos Estados Unidos e o Canadá, incluindo o Havaí, e indo do México até os países da América do Sul banhados pelo Pacífico.
A Austrália e a Nova Zelândia, que estavam na lista de alerta inicial, foram retiradas depois. O Centro Australiano Conjunto de Alertas para Tsunamis confirmou que não havia ameaça de tsunami.
China, Indonésia e Filipinas suspenderam seus alertas para tsunami, depois que Taiwan e o território norte-americano de Guam também afirmaram que a ameaça de ondas gigantes havia passado.
Acreditava-se que o tsunami seguisse rumo às Américas, onde os alertas do Centro de Alerta de Tsunamis no Pacífico estão em vigor para países como México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras, Chile, Equador, Colômbia e Peru.
As ondas do tsunami passaram pelo Havaí, situado a 6.200 quilômetros do Japão, sem causar um impacto muito grande e os EUA aparentemente estão fora de grande perigo, disse o chefe de gabinete da Casa Branca, Bill Daley.
A agência da Defesa Civil do Havaí havia determinado a retirada de pessoas de todas as áreas costeiras, incluindo o principal centro turístico de Honolulu, até 2h no horário local (9h de Brasília).
O Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia (Phivolcs) informou que pequenas ondas do tsunami de até 70 centímetros atingiram a costa leste das Filipinas que está diante do Oceano Pacífico.
Ondas de até 2 metros acima do nível normal do mar foram detectadas perto das Ilhas Wake, das Ilhas Midway e de Guam, no norte do Pacífico, disse Chip McCreary, porta-voz do Centro de Alerta de Tsunamis no Pacífico.
As ilhas de Palau, onde esperava-se que as ondas do tsunami chegassem às 7h30 (horário de Brasília), não sentiram nenhum impacto, disse o assessor de imprensa do presidente de Palau.
O maior terremoto do Japão em 140 anos atingiu a costa nordeste do país na sexta-feira, provocando um tsunami com ondas de 10 metros de altura que destruiu tudo o que estava em seu caminho, incluindo casas e carros.
(Reportagem adicional de Maureen Maratita, em Guam; Rebekah Kebede e Chris McCall, em Perth; Olivia Rondonuwu e Alfian, em Jacarta; Manny Mogato e Rosemarie Francisco, em Manila; e Mark Bendeich, em Sydney)
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2011-03-11 21:20:59
Após a ocorrência do terremoto de 8,9 graus na escala Richter no Japão, o Centro de Alerta de Tsunami do Oceano Pacífico, no Havaí, emitiu hoje (11) um aviso de calamidade a vários países, entre eles Rússia, Indonésia, Nova Zelândia e México, que já estão tomando medidas de prevenção.
Segundo um funcionário russo, o tsunami pode atacar diversas cidades da Rússia localizadas nas ilhas do oceano Pacífico. Prevê-se que cerca de 11 mil moradores tenham de ser deslocados.
De acordo com as estatísticas divulgadas pela China, o tsunami gerado pelo sismo chegará hoje à noite às regiões costeiras de Taiwan, Zhejiang, Fujian e Guangdong.
O terremoto de magnitude 8,8 ocorrido nesta sexta-feira no Japão já é considerado o sétimo mais intenso já registrado na história, de acordo com dados do governo dos Estados Unidos.
Segundo informações do programa de ameaça de terremotos da agência geológica americana (USGS, na sigla em inglês), o mais forte terremoto da história ocorreu em 22 de maio de 1960, em Valdívia (Chile), com magnitude 9,5.
Este tremor matou 2 mil pessoas e gerou um maremoto com ondas de até 10 metros. As ondas apagaram do mapa cidades inteiras na costa chilena e fizeram vítimas também em outros países banhados pelo Oceano Pacífico.
O segundo maior terremoto já registrado ocorreu no Alasca (EUA), em 27 de março 1964: um abalo de magnitude 9,2 fez 15 vítimas fatais e gerou um tsunami que matou outras 128 pessoas. Seu epicentro foi na região de Prince William Sound, no sul do Alasca.
A ilha de Sumatra, na Indonésia, registrou em 26 de dezembro de 2004 um terremoto de magnitude 9,1, causando um tsunami que matou 230 mil pessoas em 14 países da região. O tremor ocorreu a 30 quilômetros de profundidade no Oceano Índico.
Em 4 de novembro de 1952, um abalo de magnitude 9,0 na península de Kamchatka, extremo oeste da Rússia, gerou ondas gigantes que chegaram até o Havaí, causando prejuízos financeiros de até US$ 1 milhão, mas nenhuma vítima fatal.
Também de magnitude 9,0, dois grandes terremotos abalaram a região de Arica, fronteira entre Peru e Chile, em 13 de agosto de 1868. Diversas cidades foram afetadas pelas ondas causadas pelo tremor, que vitimou cerca de 25 mil pessoas.
Outro terremoto de magnitude 9,0 ocorreu em 26 de janeiro de 1700 em uma região de cerca de 1.000 km na costa noroeste da América do Norte, entre os Estados Unidos e o Canadá. O tsunami que se seguiu chegou até o Japão. Não há estimativa de vítimas.
Pior terremoto da história atingiu Chile em 1960, com magnitude 9,5
Em sétimo lugar, fica o tremor de magnitude 8,8 (segundo medição da Agência Meteorológica do Japão) que atingiu o Japão por volta das 15h (horário local) de 11 de março de 2011. O epicentro foi na costa próxima à província de Miyagi, a 373 km de Tóquio.
Dois terremotos na história tiveram medida uma magnitude de 8,8. Um ocorreu no Chile, em 27 de fevereiro de 2010, matando mais de 800 pessoas e deixando cerca de 20 mil desabrigados. O epicentro foi a região de Bío-Bío, a cerca de 320 km ao sul de Santiago.
O outro atingiu a costa entre o Equador e a Colômbia em 31 de janeiro de 1906, matando entre 500 e 1,5 mil pessoas. O tremor chegou a ser sentido em San Francisco (EUA) e no Japão.
Três terremotos já foram registrados com magnitude 8,7: Em 1º de novembro de 1755, um tremor de magnitude 8,7 destruiu Lisboa, matando cerca de 70 mil pessoas.
Já em 4 de fevereiro de 1965, um tremor também de magnitude 8,7 atingiu as ilhas Rat, no Alasca (EUA), gerando um tsunami de cerca de 10 metros de altura na ilha de Shemya. Apesar disto, o abalo causou poucos danos.
Em 8 de julho de 1730, um terremoto de igual magnitude atingiu Valparaíso (Chile), gerando um tsunami e causando danos em diversas cidades da costa, mas causando poucas mortes.
sexta-feira, 11 de março de 2011
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